segunda-feira, novembro 01, 2010

Agentes Auxiliares de Creche, A Solução

(Este post é a parte 2 de 2. O Post que iniciar esta discussão deve ser lido antes, clicando aqui.

Pessoal,
Pense o seguinte: você trabalha numa empresa privada, de desenvolvimento de sistemas de informática. Você e seus colegas programadores têm um chefe ausente, e sempre fazem todo o trabalho, além do que a empresa os remunera. Aí, um belo dia, chefe é demitido. Você logo pensa: “Epa! Oportunidade para eu crescer e ocupar este espaço”. Mas o diretor da empresa, em vez de dar chance à “Prata da Casa”, contrata um novo gerente no mercado, vindo de outra empresa, e o coloca para chefiá-los.
É no mínimo natural que você se sinta desprestigiado, sem reconhecimento profissional nem salarial, e se desmotive no trabalho. Quando falamos da empresa de informática, programas podem sair com erro, bugs ou atrasados na entrega. Agora, se aplicarmos esta analogia para o caso das creches, é muito pior: não estamos lidando com máquinas, e sim com crianças de 0 a 4 anos.
Após estudar muito o caso, consultar juristas e o próprio Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (em reunião com a Dra. Bianca, no meio de setembro), a saída era clara: deveria ser negociado com a secretaria de educação a forma de um edital que desse oportunidades diferenciadas às AACs, se que isso configurasse direcionamento do concurso (o que seria ilegal).
Antes disso, entendi que o enquadramento pleiteado é impossível juridicamente. Segundo as leis de nosso país, preenchimento de cargo público somente se dá por concurso público, e ponto final. A única exceção a esta regra seria se os cargos das AACs estivesse em extinção, o que, conforme explicado anteriormente, não é o caso.
Já que o ponto básico do desenvolvimento da solução era o concurso público, a saída para buscar justiça seria trabalhar no edital. Em reunião com a secretaria de educação, levamos nossas sugestões e fomos atendidos, mais uma vez mérito da secretaria de educação ter tido a visão conciliadora em todo o processo.
Vamos aos 3 pontos cruciais negociados no Edital:
(1) Concurso com prazo de um ano apenas: Decidimos fazer não um, mas dois concursos públicos para PEI. O primeiro, a se realizar ainda este ano, abrirá apenas 1.500 vagas para recrutamento imediato, mas terá validade de apenas um ano. Assim, haverá tempo aos AACs que ainda não têm o normal para terminarem o pró infantil ou fazerem curso por conta própria, a fim de estarem aptos ao próximo concurso;
(2) Pontuação para quem tem experiência: Dos 150 pontos da prova, 35 são para quem tem experiência por ter se dedicado a trabalho na creche. Assim, 23,33% dos pontos (praticamente 1/4 da prova!) são para reconhecer o trabalho das AACs.
Assim, voltando no exemplo inicial: O diretor da empresa chega para você, funcionário da empresa e diz: “Quero que você assuma esta vaga de gerente. Tenho esta prova para você fazer. Se você passar, o cargo é seu. Concorrendo contigo estão os candidatos do mercado, mas se eles tirarem nota 8,0 e você 6,2, a vaga é sua mesmo assim”.
(3) Somente Profissionais de Educação Poderão Participar: Nada de permitir engenheiros, advogados etc. O concurso precisa ser feito apenas por ensino médio na modalidade Normal ou Superior em Pedagogia. Ponto.
Vamos ao FAQ:
(1) Há municípios onde os “cuidadores” foram reconhecidos como PEI. Por que no Rio não?
R: Onde exatamente? Aqui na cidade do Rio de Janeiro, temos uma terrível realidade: Todos os professores têm apenas 4 horas diárias de turno. E ponto. Não existe como criar um cargo de professor com horário diferenciado. Se fosse para ser mais que 4 horas, todo o funcionalismo de educação teria que ser alterado. E não há recursos para isso agora. Uma vergonha! Mas é um fator externo que vocês têm que ter em mente. As AACs precisam continuar existindo, para poderem manter o horário integral das creches.
(2) Por que concursar, e não reconhecer os AACs que já trabalham em creche?
R: Para preencher um cargo público, só por concurso público, não existe outra possibilidade legal. Por isso trabalhei na negociação da forma do edital, para reconhecer e priorizar quem já trabalha como AAC.
(3) Então por que criar o cargo, e não aproveitar os AACs para fim pedagógico nas salas de aula, que já fazem normalmente?
R: Porque o cargo das AACs, conforme edital publicado na era César Maia – e aceito por todos que fizeram o concurso – deixa claro que não é cargo de professor, e não precisa ter qualquer qualificação além de ensino fundamental. É uma herança ruim que ficou e precisa ser corrigida.
(4) Eu sou AAC e sou professora sim, de fato. Vou ficar fora do processo?
R: Pode ser professora de fato, mas não é de direito. Infelizmente. Consultei juristas e até o Ministério Público, nada legalmente se pode fazer. O mal não foi feito agora, e sim há anos atrás com aquele concurso. A negociação deste novo edital foi a melhor saída possível. Assim, você poderá fazer o novo concurso (se já tiver pelo menos o normal ou pedagogia), e ter 1/4 da prova já de saída.
(5) Eu só tenho o Normal, vou concorrer com um médico pós graduado ou mestre em psicologia?
R: Não. O concurso só aceita profissionais de educação, portanto os que têm médio Normal e quem tem formação superior em pedagogia. Nenhuma outra formação. E, para aqueles que têm pedagogia com pós graduação, mestrado etc, a pontuação total possível é de apenas 15 pontos, contra os 35 de quem teve experiência na creche.
(6) Professores P – II vão tirar nossas vagas?
R: Explique-me como, se vocês partem com 35 pontos na prova contra zero deles?
(7) Eu ainda não terminei o pró-infantil / normal / faculdade de pedagogia. Vou perder o concurso?
R: O deste ano, vai. Mas note que este é como um concurso provisório, que vai ter validade de apenas um ano e o banco expirará depois deste prazo. Apenas a demanda imediata das salas existentes será atendida. Para as novas vagas de creche, será feito um concurso definitivo, com validade de 2 anos, prorrogável por mais 2, no fim de 2011, e, caso muitas AACs não tenham concluído até lá, lutaremos juntos para esticar um pouco mais o prazo.
Para concluir, quero deixar claro a todos novamente que tentei vários cenários de trabalho desta questão, mas o único juridicamente cabível era esse. É um meio termo entre (a) não fazer nada arbitrário, (b) não deixar as creches sem ensino integral e (c) reconhecer o trabalho das AACs e seu caminho para se tornarem professores de fato e direito, e não professores leigos.
Portanto, a comunicação de agora em diante, bem como o acompanhamento próximo destas etapas, será indispensável para o processo desenrolar da melhor forma para todos, e resolver, de uma vez por todas, mais uma herança deixada pelo digníssimo ex-prefeito César Maia.
Abraços,
Paulo Messina

A Evolução das Creches

Pessoal,
Há alguns anos, a filosofia mundial de funcionamento das creches vem mudando radicalmente.
Antes, era apenas um local onde os pais podiam deixar suas crianças para serem cuidadas, enquanto trabalhavam fora.
Hoje, países desenvolvidos em todo mundo trabalham a creche como um local de aprendizado, onde a criança deve ter acompanhamento pedagógico desde os primeiros anos de vida.
Creche não é “repositório” de crianças.
O Rio de Janeiro ainda estava atrasado demais em relação a isso, sendo que apenas neste final de 2010 a estrutura funcional das salas de aula começarão a mudar.
Aprovamos em setembro o projeto que cria o cargo de PEI (Professor de Ensino Infantil), para ocuparem cada sala de cada creche pública no município do Rio de Janeiro.
Tive a honra de capitanear e ser responsável, através da Comissão de Educação e Cultura, pela aprovação desta nova Lei que veio do Executivo (Secretaria de Educação), cujo texto pode ser visto aqui: http://bit.ly/auTIm7
Todas as 29 mil crianças atualmente em creches, assim como as 30 mil novas vagas criadas, serão beneficiadas.
Como a pauta da ordem do dia estava trancada com 11 vetos (!), tive que solicitar à Presidência a realização de duas extraordinárias para que o projeto pudesse ser votado em tempo de concursar este ano. Um colega da própria comissão de educação (!!!) ainda chegou a pedir em Plenário o adiamento da votação (quando já estava no meio da votação :p), mas pedi nominal e o projeto seguiu e foi aprovado.
O concurso que acontecerá ainda este ano e abrirá as primeiras 1.500 vagas de professor neste setor da nossa história. Um novo concurso ainda está previsto para o próximo ano, mas isto é assunto para o próximo post.
Também é assunto para o próximo post o caso dos Agentes Auxiliares de Creche (AAC), cujo pleito me foi trazido no dia da aprovação do projeto pela agente Márcia Nunes.
Por hora, pais e mães de nossa cidade, fiquem com esta ótima notícia.
Abraços,
Paulo Messina
Texto retirado do Blog do Messina
@PauloMessina: A Evolução das Creches: http://t.co/BByf7tD

sexta-feira, outubro 29, 2010

Um por todos e todos por um!

Nossa luta deve envolver o valor da união e da confiança entre todos os professores que são considerados auxiliares de creche.

CARTA AOS PAIS

Queridos colegas,

Precisamos mobilizar os pais, eles precisam estar do nosso lado, por conta disso foi feita uma carta por um grupo de auxiliares de creche e distribuída aos pais em algumas creches e nas comunidades.


A Sub-Secretária Neusa Fonseca juntamente com Denise Jordão e mais algumas pessoas fizeram uma reunião de emergência, se dividiram e foram pessoalmente nas creches para desmentir e acalmar os pais que estavam profundamente preocupados, pois dependem muito do trabalho dos auxiliares, pois sem eles as creches param.


O que nos deixou tristes foi saber que Denise Jordão se pocisionou de uma forma bastante "inadequada", pelo que chegou aos nossos ouvidos, Denise disse aos pais durante a reunião que eles poderiam ficar despreocupados, pois não haveria paralisação alguma, já que iria demitir os auxiliares caso não parássem com esta história.


Denise precisa saber que temos direito a fazer greve, se estamos nos mobilizando é porque há algo errado, ameaças não irão resolver o problema, temos consciência sobre nossos direitos, já passou da hora da secretaria sentar e conversar francamente no intuito de ressolver de vez esta situação, estamos ficando doentes com a carga horária que nos é imposta, ficamos o dia inteiro dentro da creche sob barulho extremo, responsabilidade, uso excessivo da voz, em pé praticamente o dia inteiro, pois o mobiliário é para crianças até 5 anos, pressão por boa parte das direções que parecem ser treinadas no nazismo.

Se os professores trabalham quatro horas e meia por não aguentarem uma rotina além deste período, por que nós temos que suportar?

Também precisamos denunciar diretoras que pensam estar acima das leis ao MP, quantas vezes forem necessário, até que a Secretaria de Educação por bem ou por mal substituam estas pessoas que agridem funcionários com terror psicológico, inclusive há caso em que uma diretora ameaçou as funcionárias dizendo que se alguém participar das reuniões sobre essa história de aumento, de regulamentação... estará fora! Serão transferidas para os cafundós do Judas.


Fazemos o trabalho do Professor de Educação Infantil e recebemos como auxiliar, cargo e nomeclatura ultrapassada, que já deveria ter sido extinta desde 1996,.


Trabalhamos em creches sem um pingo de estrutura, são banheiros pequenos para uma multidão de crianças que se enfileram, com tempo cronometrado para cada uma, ou seja, 2 a 3 minutos.


Refeitório pequeno para atender a demanda, salas sem ventilação, parecendo o caldeirão, auxiliares que chegam a ficar sozinho com 25 crianças quando alguns funcionários faltam e não tem ninguém pra fazer esta cobertura., e muitas coisa mais...

Creches sem diretores que passam o dia batendo perna e funcionários tendo que responder pela direção.
Vejam a carta entregue aos pais:



ATENÇÃO


Aos Pais Usuários das Creches Municipais e Comunidade


Nós, Auxiliares de Recreação e Berçário, vimos através desta, informar a situação em que nos encontramos, enquanto profissionais que são responsáveis diretos pela educação de seus filhos.

Desde 1996 a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) as creches deixaram de pertencer a Secretaria de Ação Social, onde as creches tinham o objetivo de apenas “guardar” as crianças para que suas mães pudessem trabalhar e passaram a pertencer à Secretaria de Educação, sendo assim as creches passaram a ser consideradas como primeira etapa da educação básica, visando o desenvolvimento físico, psíquico e cognitivo das crianças, desta forma todo o profissional que atua dentro de sala de aula é professor, porém na educação infantil, é um professor diferente que acumula duas funções: o educar (com jogos e brincadeiras pedagógicas) e o cuidar (dar banho, trocar fraldas), sendo assim a figura esdrúxula do auxiliar deveria ter sido banida desde 1996.

No entanto a Prefeitura de Angra dos Reis, mesmo depois da LDB, realizou um concurso de forma errada contratando auxiliares (com baixa escolaridade) para realizar a função do professor, no intuito de contratar mão-de-obra barata, porém após o concurso diversos profissionais (auxiliares de recreação e berçário) obtiveram a formação em magistério (professor) e para os que não possuíam a formação o próprio município aderiu a um programa do Governo Federal para ter todos seus profissionais com a devida formação o Proinfantil (Programa Nacional para Professores Leigos em Exercício na Educação Infantil).

Após ficarmos cientes das leis que nos regem, ou seja, após sabermos que é exigência nós termos a formação de professor, entramos em negociação com a Secretaria de Educação e Administração, afinal se é necessário termos a formação de magistério, nada mais justo que tenhamos uma remuneração compatível com a formação que nos é exigida, o que não acontece, pois hoje somos educadores, desenvolvemos todo o trabalho pedagógico com a formação exigida, porém recebendo o salário mínimo da prefeitura.

Visto que estamos neste impasse a mais de um ano e não temos uma resposta positiva deste governo, pedimos aos pais e comunidade que entrem nesta luta conosco, para que não seja necessário darmos o próximo passo, que será uma paralisação, o que será prejudicial tanto para nós quanto para a rotina dos pais e das crianças.


Bem, os auxiliares aos poucos estão entendendo a causa e estão aderindo ao movimento, estão se irritando com novas transferências e perseguições. Isto é bom!

Queremos paz, mas:


"PAZ SEM VOZ NÃO É PAZ...
É MEDO!"


domingo, outubro 24, 2010

Concurso para Professor de Educação Infantil

Concurso da Secretaria de Educação terá 1.500 vagas para professor.
A Secretaria municipal de Educação do Rio (SME) vai realizar um novo concurso em breve. Será a primeira seleção pública para professor da Educação Infantil. No fim de agosto, a Câmara dos Vereadores aprovou um projeto de lei que criou 3.356 vagas para a carreira. Segundo a secretaria, a oferta inicial será de 1.500 oportunidades.
O candidato deverá ter formação de nível médio completo, na modalidade normal. Com jornada de trabalho de 22 horas e 30 minutos a ser cumprida semanalmente, os professores receberão um salário-base de R$ 1.025,22. No entanto, com os benefícios — bônus-cultura de R$ 102,52 e auxílio-transporte de R$ 103,40 —, o valor da remuneração mensal subirá para R$ 1.231,14.
http://extra.globo.com/economia/vidaGanha/

quarta-feira, outubro 20, 2010

Educação atende a mais Prefeituras e Estados

Brasília (19.10.2010) – O Ministério da Educação liberou mais R$ 218,1 milhões para escolas públicas de educação básica e secretarias de educação. Os repasses foram feitos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e se referem aos programas Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), Brasil Alfabetizado e Dinheiro Direto na Escola (PDDE).

Somente a merenda escolar dos estados recebeu R$ 54,3 milhões, e a merenda oferecida nas escolas municipais, mais R$ 125,7 milhões. Com a transferência de recursos financeiros, o Pnae garante a alimentação escolar de estudantes da educação básica — educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos — em escolas públicas e filantrópicas.

As unidades de ensino que oferecem turno integral e participam do programa Mais Educação receberam R$ 3,2 milhões. As que abrem nos fins de semana ficaram com R$ 121,6 mil. Além de liberar dinheiro para manutenção da infraestrutura das escolas públicas, o PDDE promove a acessibilidade para estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida, financia a educação integral, o funcionamento das escolas nos fins de semana, com a oferta de atividades educativas e recreativas, e a reforma e a construção de coberturas de quadras esportivas em escolas participantes do Mais Educação.

Confira os valores que foram para seu estado ou cidade (AQUI)

http://redecomunicadores.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3436&catid=93&Itemid=220

segunda-feira, outubro 18, 2010

Consulta Pública sobre Orientações Curriculares Nacionais da Educação Infantil

Por Vilmar Klemann
Blog Forum Paulista de Ed. Infantil


O MEC através da SEB/Coedi disponibilizou um conjunto de textos para consulta pública com o objetivo de buscar contribuições para a construção e implementação das Diretrizes Curriculares da Educação Infantil.
As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil, aprovadas em 17 de dezembro de 2009 determinam que cabe ao Ministério da Educação elaborar orientações para a implementação dessas diretrizes.
O objetivo principal é contribuir com o trabalho do professor.No período de 13 de setembro a 30 de outubro você pode enviar suas sugestões, críticas e propostas.
Os documentos preliminares estão à disposição de gestores, conselheiros, técnicos, professores, pesquisadores e da comunidade para consulta e colaboração.
Envie sua mensagem diretamente ao autor e com cópia para consultapublicacoedi@mec.gov.br

Acesse os textos:
  • O currículo na Educação Infantil: o que propõem as novas Diretrizes Nacionais? Zilma de Moraes Ramos de Oliveira;
  • As especificidades da ação pedagógica com os bebês.
  • Maria Carmen Silveira Barbosa
  • Brinquedos e brincadeiras na Educação Infantil Tizuko Morchida Kishimoto;
  • Relações entre crianças e adultos na Educação Infantil Iza Rodrigues da Luz;
  • Saúde e bem estar das crianças: uma meta para educadores infantis em parceria com familiares e profissionais de saúde; Damaris Gomes Maranhão;
  • Múltiplas linguagens de meninos e meninas no cotidiano da Educação Infantil; Márcia Gobbi.
  • A linguagem escrita e o direito à educação na primeira infância; Mônica Correia Baptista;
  • As crianças e o conhecimento matemático: experiências de exploração e ampliação de conceitos e relações matemáticas; Priscila Monteiro;
  • Crianças da natureza Léa Tiriba
  • Orientações curriculares para a Educação Infantil no Campo Ana Paula Soares da Silva
Fonte: http://paraalmdocuidar-educaoinfantil.blogspot.com/2010/10/consulta-publica-sobre-orientacoes.html

Exemplo a ser seguido!

PARABÉNS AO PREFEITO DE IPORÁ-GO, QUE DEIXOU DE SER UMA PEDRA NO CAMINHO DOS EX-ADIS.

Comentário retirado da postagem:QUALIFICAÇÃO SEM VALORIZAÇÃO. NÃO MESMO!!!!

"Esse é o caminho. Conseguimos nosso enquadramento, e cumprimento das horas atividades aqui em Ipora-go, dessa forma, pressionando os vereadores, a administração, em fim, esse é o caminho. A partir de 01/10/2010, somos reconhecidas como professor de desenvolvimento infantil, com o mesmo salário dos demais professores do município."
Valci.


Estamos muito felizes pela vitória dos ex-Auxiliares de Desenvolvimento Infantil de Iporá, que acompanhamos a quase um ano, parabéns pela luta, pela determinação e pela união que é algo fundamental para que os objetivos sejam alcançados.

Fizemos uma postagem com o título:Prefeito José Antônio da Silva Sobrinho, uma pedra no sapato dos ADIs em Iporá-GO. Nesta ocasião as ADIs de Iporá lutavam para que o prefeito cumprisse a lei municipal que os enquadravam como Professores de Desenvolvimento infantil criada pelo prefeito anterior que perdeu as eleições.

Nossas colegas de Goiás não desistiram e começou uma batalha incansável que resultou obviamente na vitória.

Agradecemos a nossa amiga Valci que tem contribuído nos enviando diversos documentos através de e-mail e temos certeza que continuará a torcer muito por todos nós, para que nossos administradores enxerguem as transformações ocorridas na educação Infantil, para que enxerguem que a situação estava muito cômoda, pois gastavam e muitos ainda gastam migalhas com a remuneração dos Auxiliares de Creche que cumprem muitíssimo bem a papel do Professor de Educação Infantil com qualificação adequada, mas já deviam ter percebido que esta situação está insustentável, nos abrimos os olhos e não descansaremos enquanto nossos direitos não forem respeitados.

Não duvidamos nada que a resposta que teremos com relação a nossa valorização como educadores seja NEGATIVA, pois é esta a impressão que temos todas as vezes que nos reunimos com a gestão atual da Secretaria de Educação de Angra dos Reis-RJ, não conseguimos enxergar nem um pingo de boa vontade desses gestores em mudar nossa situação, muito pelo contrário, houve sim arrocho, perseguição e descaso com a causa,. Em todos os municípios onde houve a regularização do cargo a(o) Secretária(o) de Educação e a(o) Prefeita(o) estavam diretamente envolvidos neste processo o que não acontece em Angra dos Reis,

É uma pena! profissionais satisfeito: aumento de qualidade no ensino de nossas crianças!

Postagem feita pelos nossos colegas de Angra no blog http://professoresdeeducacaoinfantil.blogspot.com/


Somos mais de 4000 Agentes Auxiliares de Creche no Rio de Janeiro sem reconhecimento ou valorização!